segunda-feira, 21 de novembro de 2011

#sobreamor

Quando eu te vi fechar a porta
eu pensei em me atirar
pela janela do oitavo andar;
Invés disso eu dei meia volta
e comi uma torta inteira de amora no jantar.


Foi quase como uma súplica silenciosa repetindo e gritando em minha mente. De novo, de novo e de novo. Nas palavras de Caio: "Meu Deus, como você me dói de vez em quando." E de repente eu me rendi. Me abri, rasguei o orgulho, perdi a pose e confessei: "Ainda dói." É. Admitir que eu também me douo pela rejeição alheia definitivamente não é o tipo de coisa que eu costumo fazer. Sabe como é, normalmente eu apelo pra torta de amora. Ou de queijo. Ou de banana. Ou de chocolate. Ou de qualquer coisa. Ou, bom, de coisa nenhuma. Nessas horas, sinceramente, tanto faz.

#sorria

Like the heart I gave to you.


Para ler ao som de "Baptized By Fire - Spinnerette". A música pode até não ter nada a ver com o que escrevi, mas serve pra não dormir em uma manhã nublada e sonolenta de segunda-feira.

Se eu pudesse dar um conselho, eis que ele seria: "encontre uma pessoa que te faça rir". Eu dando conselhos chega a ser engraçado, mas é verdade. Aprendi que não tem coisa melhor do que estar com alguém que me arranca risos e sorrisos sem precisar de um pingo de esforço. Sabe como é, o que é preciso pra viver além de ser feliz de verdade, afinal?
- Pode ser clichê, mas você é o ar que eu respiro.

- Isso é realmente tudo que eu preciso que você faça: Continue me respirando todos os dias, pelo resto das nossas vidas.

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

#tired

Nossa. Eu consegui fazer tudo que eu tinha que fazer hoje? Sério? É isso mesmo, produção?

Meu Deus, não vejo a hora de esse semestre acabar.