quinta-feira, 6 de março de 2008

É estranho perceber o quanto as pessoas são diferentes da gente. Como diria a minha professora de pisicologia, entender as apercepções - e tá escrito certo - das outras mentes humanas é o que traz graça pra vida. Ou, bom, quase isso. Foda é não saber ao certo como fazer alguma coisa, ainda que saiba que é o certo a se fazer. As apercepções e as reações as tais, de outras pessoas, podem ser amedontradoras. Ok, problema delas. Não pra ser grossa, mas pra manter a saúde, sabe como é, sobrevivência. Não quero uma úlcera. Bom, acho que, deixa pra lá. E no final das contas eu me pergunto: what a heeeeeell! Por que isso é assim tão importante pra mim? E tenho dito.

quarta-feira, 5 de março de 2008

Pensar em tudo que se passou, que se pôde sonhar e não realizou
A vida tentando escapar, mas não por agora

Ao mesmo tempo tanta coisa se amou,
se refez, se perdeu, se conquistou
Retratos estampados do nosso amor, em preto e branco, pregados na parede

Revelando pra sempre a gente
Nosso orgulho um do outro
Olhando pra lente como quem dissesse
"não queremos mais nada nesse mundo"

E que me lembrasse a cada instante
Que valeu a pena cada lance
E que valerá, tenha certeza, pra toda a vida

Vou levar, vou te levar,
Pra onde eu for, vou te levar

Pra onde eu for.. x)~

terça-feira, 4 de março de 2008

"Qual a melhor forma de sentir calor, sem seu corpo quente?
Qual o melhor jeito de falar de amor, sem falar da gente? [...]"

Sentir falta é uma coisa difícil. Falta em si, até não tanto. Se falta um livro, vai pra televisão. Se falta música, canta. Enfim, por aí vai. Difícil mesmo é sentir falta do que não pode nem de longe ser substituído. Negócio então é "enganar" a falta.
Quando eu sinto falta, fecho os olhos e lembro da temperatura do teu corpo e da textura da tua pele. Lembro da tua voz, do teu jeito de me acordar pra me desejar bom dia e das mensagens que vinham em seguida pra me acordar (de novo). Lembro do teu mau humor pra acordar, da tua mania de dormir sempre com vento e do teu jeito de me olhar. Lembro do jeito que você me abraça e quase dá uma volta inteira com os braços, do teu jeito de me proteger e do teu jeito silencioso de dizer que me ama. Lembro das golas das tuas camisas que, por algum motivo do além, são meio largas, lembro de você reclamando que o cabelo nunca tá bom e que a barba cresce rápido demais. Lembro da tua distração fuçando em qualquer coisa ao seu redor, da tua vontade de me agradar e da preocupação por me deixar sozinha "tanto tempo". Lembro das tuas brisadas nas horas mais malucas, do teu jeito de criança injoadinha de sono e da tua determinação pra insistir naquilo que acredita. Lembro de você conversando com os amigos no bar, de você indo e voltando do trabalho, do caminho que você faz e dos lugares onde você vai.
Fico me perguntando onde será que você está agora.. Como diria o Falabella, saudades é justamente o não saber. Mas quando eu não sei que roupa você tá vestindo, onde você tá, se o trânsito tá tranquilo, se a tua cabeça tá na lua ou em algum outro lugar, se dormiu bem, se continua tendo a mania de capotar sem dar aviso prévio, se anda se alimentando melhor, se ainda compra uma manteiga que, não sei porque diabos, tem gosto de alho... eu fecho BEM os olhos, até não entrar nem um pingo de realidade por eles e lembro dos cafunés, dos colos, das zuadas, dos puxões, dos impurrões, dos agarrões, dos arrepios... Lembro do teu jeito de andar, teu jeito de vestir, teu jeito de falar e teu jeito de sussurar o que eu quero ouvir. Teu jeito de fazer tudo sumir ao meu redor e desejar que o tempo pare, pra que eu possa ficar contigo pro resto da eternidade, sem desejar estar em qualquer outro lugar. Lembro do teu jeito de "moleque apaixonado", do gosto do teu beijo, ou melhor, do nosso beijo. Lembro de um por um, sem me cansar de nenhum deles... Cara, não dá a mínima vontade de abrir os olhos e parar de lembrar você. Nada aqui faz tanto sentido assim. Sinto tua falta e não vejo a hora de te ver de novo. Tá chegandoooooo amor ;D

"[...] Nem toda água do mar, nem a luz do luar, tem o infinito que tem no seu olhar.. x)~"

P.S. êê saudade, que bate no meu coração..
Como o blog é meu e eu não tenho que ser culturalmente criativa sempre, vou contar que eu sou maníaca por fazer listas. É, então, eu sou maníaca por fazer listas. E (leia-se esse "e" extremamente enfático), sendo assim, lá vai mais uma pra ajudar minha memória de peixinho de aquário a lembrar dos novos horários e no que eles implicam.

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seg e qua: inglês as 4:45 - levar todo material da facul.
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ter e qui: academia 10:00 - levar toalha/água/roupa de malhar pra facul. ah, e ir de tênis é útil.
- essa quinta: doutora Carla 1:30

Até que eu gostei disso.. Quem precisa de agenda quando se tem um blog? Quase tão útil quanto contar pro meu pai a aula inteirinha no caminho pra casa; se virar um hábito não vou precisar nem estudar pras provas anymore. E, Se eu me empolgar muito, abandono, ou melhor, transfiro a agenda da facul pra cá também. Quaaanta utilidade.
Umkiss.



P.S. São Longuinho, São Longuinho (ou seja lá o nome que for) se eu achar o tal do livro eu dou
hm, 100 pulinhos; ok? Colaboraííííí.
P.S. 2
Deus, me ajuda a ler a bíblia de teoria da comunicação que está ao meu lado e assustadoramente olhando pra mim no momento. Amém.
Ok, só eu sou atrasada o suficiente pra fazer um post em plena terça feira sobre o que aconteceu no meu final de semana. Mas, fazia taaanto tempo que eu não tinha um fim de semana tão supercool. Nem pelo final de semana em si, mas por achar as minhas balas preferidas em promoção nas lojas americanas e nem pegar fila pra pagar. Tá, não só por isso.
Na real, ele foi legal porque eu vi um milhão de filmes. Fazia décadas que eu não via tantos longas bons em tão pouco tempo. "Outono em NY", "Ela é a poderosa", "Menores desacompanhados" e
hm, "Juno".
Se ninguém leu até aqui, beleza. Por que - eu suponho que - essa é a parte interessante, ou, pelo menos, cultural. - Juro que o meu blog tem
SIM uma parte cultural (?!) - Juno é um dos melhores filmes que eu já assisti. A Ellen não ter vencido o Oscar de melhor atriz realmente foi um fato um pouquinho revoltante. A interpretação e a personagem dela (a Juno) são perfeitas, a trilha sonora é fodástica e dá vontade de esmagar, o humor é sarcasticamente engraçado, as situações são bem elaboradas e as pirralhas de 12 anos nas poltronas do lado rindo feito hienas, por algum motivo não identificado, são 100% dispensáveis. Ok, o filme é ótimo, marcante e lembra uma situação que eu vivi de perto com uma prima aí.. Vale MUITO a pena assistir. Superkiss.

P.S. Brigada por sugerir o filme
(ainda que involuntáriamente) Julie.